segunda-feira, 2 de junho de 2014

IZABELA GUARINO INTERPRETA (Thousand Years)



 Uma aluna,  amiga, parceira, e muito mais. Mas hoje, quero parabenizá-la por seu talento e desenvolvimento nestes meses que estamos trabalhando semanalmente, para hoje colhermos esse desempenho magnífico que ela demonstra nessa interpretação. Segura, afinada, musical, e ousada, Izabela Guarino me surpreendeu com seu talento e desempenho.

 As vezes que relutou contra tudo o que eu lhe dizia dentro de sala de aula, nesta interpretação, ela mostra que exorcizou de dentro de si, todas as imaginações sonoras de outras vozes e melodia, mostrando com perfeição sua identidade vocal e beleza do som que seu corpo pode produzir.

 Sua dinâmica vocal foi impecável, claro que isso não é nem o começo de todo o seu potencial, tenho absoluta certeza, que Izabela Guarino irá nos surpreender muito mais. Estou ansiosa pelas próximas interpretações que esta linda menina fará. Sua voz doce, aveludada, e totalmente suave, mostra uma beleza impar de som e melodia.

 Sua interpretação foi muito bem empostada e entonada, contou também com uma dinâmica de som perfeita, e muito bem explorada por ela. Ousou nas mudanças de registro vocal, o que somou e muito para que sua interpretação ficasse ainda mais perfeita.

 Parabéns Izabela Guarino!


 Com muito amor!

                                                                                                                                             Yamê Aram 

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Nasci em Parintins no Amazonas. Vivi no meio da mata onde enfrentei todos os perigos que pessoas  da cidade nem imaginam que existe. Aprendi tarrafiar. Pescar piranha preta e vermelha. Vi meu cachorro ser despedaçado em três pedaços por um tamanduá bandeira de três metros de altura. Cacei veado vermelho e roxo. Tirei jacaré açú da malhadeira. Arranquei tatu do buraco. Arranquei mandioca grande da terra sem quebrar. Cacei cutia. Paca. Comi macaco prego. Onça. Quati. Porco espinho. Fiquei encurralada por um bando de queixada. Comi papagaio em tempo de fome. Peguei juruti na arapuca feita de pau. Tomei água de cipó d'água. Apanhei com pedaço de lenha do fogão de barro. Roubei ovo de inambú açú. Peguei mauari na malhadeira de mica. Mergulhão. Garça branca e morena. Andei sobre o matupá. Vi anhingal andar no rio. Fugi de caba tatu. Levei ferrada de caba de igreja. Fui mordida por piranha vermelha que levou um pedaço do meu dedo. Consegui fugir e me tornar uma das melhores professoras de canto do país. E outras coisas que só caboclo sabe...

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