segunda-feira, 4 de junho de 2012

MAXILAR INFERIOR (MANDIBULA)

O maxilar inferior, tem um papel importantíssimo na produção do som, pois, é dele a sensação do som que produzimos. A ideia auditiva que achamos que temos sobre o som que produzimos, é totalmente falsa, na verdade, trata-se de uma sensação mandibular. Nós não ouvimos nosso som. Mas, o sentimos através da mandíbula. Daí a necessidade de uma atenção especial com o maxilar inferior. Sua musculatura contrai-se com muita facilidade, e o acúmulo de contrações, resulta em perda da dicção, articulação e falta de conforto na hora da produção do som. Sua musculatura também é facil de ser trabalhada, uma massagem de pelo menos três minutos por dia em seus músuclos, resulta num melhoramento quase que istantâneo, da contração acúmulada pelos vícios articulatórios. A descontração da mandibula favorece a produção de sons agúdos, que por sua vez, possibilita uma boa dicção e articulação, importantes para um bom entendimento do texto cantado pelo ouvinte, que é para quem o som interessa. Enquanto, o cantor se guiar pelo som que ele acha que ouvi, estará forçando e contraindo essa região tão necessária para a produção dos fonemas. Geralmente os cantores com contraçôes ou dificuldades na articulação, empurram o queixo (Mandibula) para a frente a medida que o som se torna mais agúdo, esse movimento errôneo, rouba tamanho e naturalidade da fôrma (abertura da boca para cada som), esganiçando o som, e roubando-lhe naturalidade e beleza. O bruxísmo também afeta o maxilar, mas, também pode ser resolvido com uma massangem de pelos cinco minutos por dia em toda a musculatura da mandibula. Outro problema ou erro que si comete, é movimentar a mandibula para os lados, ou contraindo-a para tras, ou mesmo, empurrando-a para frente, esses movimentos são prejudiciais à articulação e a dicção. Os únicos movimentos saudáveis, e que não trazem danos à mandibula, é para baixo e para cima. Tente aplicar isso, e você terá melhoras na sua voz cantada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Quem sou eu

Minha foto

Nasci em Parintins no Amazonas. Vivi no meio da mata onde enfrentei todos os perigos que pessoas  da cidade nem imaginam que existe. Aprendi tarrafiar. Pescar piranha preta e vermelha. Vi meu cachorro ser despedaçado em três pedaços por um tamanduá bandeira de três metros de altura. Cacei veado vermelho e roxo. Tirei jacaré açú da malhadeira. Arranquei tatu do buraco. Arranquei mandioca grande da terra sem quebrar. Cacei cutia. Paca. Comi macaco prego. Onça. Quati. Porco espinho. Fiquei encurralada por um bando de queixada. Comi papagaio em tempo de fome. Peguei juruti na arapuca feita de pau. Tomei água de cipó d'água. Apanhei com pedaço de lenha do fogão de barro. Roubei ovo de inambú açú. Peguei mauari na malhadeira de mica. Mergulhão. Garça branca e morena. Andei sobre o matupá. Vi anhingal andar no rio. Fugi de caba tatu. Levei ferrada de caba de igreja. Fui mordida por piranha vermelha que levou um pedaço do meu dedo. Consegui fugir e me tornar uma das melhores professoras de canto do país. E outras coisas que só caboclo sabe...

Follow by Email