terça-feira, 15 de maio de 2012

Técnica de canto

Muitos pensam que cantar é dom ou um chamado divino, mas, a grande verdade é que cantar não é nada disso. Cantar depende unicamente do corpo, pois, a única forma que o cantor tem para entrar em contato com sua identidade vocal, que é tão única quanto sua digital e a iris dos olhos, é perceber a sensação física da produção do som. Ou seja, o som deve ser percebido e produzido através do corpo e não pelo ouvido. O som que cada pessoa acredita ouvir da sua voz, na realidade é uma sensação mandibular. Pois, a pessoa não ouvi o seu próprio som, mas sim, sente-o através da mandibula. Por isso, toma-se um susto quando se grava a própria voz, pois esta é completamente diferente daquilo que a pessoa acredita ser o som da sua voz. O som interessa ao ouvinte e a sensação de pordução ao cantor. A sensação física de produção é única forma que o cantor tem para saber se o som que está chegando ao ouvinte é agradavel ou não. Mas, o conforto que deve ser a principal sensação que o cantor deve perceber na hora da produção som é somente do cantor. O corpo produz e amplifica o som, mas, para isso acontecer de forma confortavel, um trabalho extremamente delicado deve ser feito no corpo para que este funcione de forma tão perfeita para produzir um som aveludado e redondo. Por: Yamê Aram

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Nasci em Parintins no Amazonas. Vivi no meio da mata onde enfrentei todos os perigos que pessoas  da cidade nem imaginam que existe. Aprendi tarrafiar. Pescar piranha preta e vermelha. Vi meu cachorro ser despedaçado em três pedaços por um tamanduá bandeira de três metros de altura. Cacei veado vermelho e roxo. Tirei jacaré açú da malhadeira. Arranquei tatu do buraco. Arranquei mandioca grande da terra sem quebrar. Cacei cutia. Paca. Comi macaco prego. Onça. Quati. Porco espinho. Fiquei encurralada por um bando de queixada. Comi papagaio em tempo de fome. Peguei juruti na arapuca feita de pau. Tomei água de cipó d'água. Apanhei com pedaço de lenha do fogão de barro. Roubei ovo de inambú açú. Peguei mauari na malhadeira de mica. Mergulhão. Garça branca e morena. Andei sobre o matupá. Vi anhingal andar no rio. Fugi de caba tatu. Levei ferrada de caba de igreja. Fui mordida por piranha vermelha que levou um pedaço do meu dedo. Consegui fugir e me tornar uma das melhores professoras de canto do país. E outras coisas que só caboclo sabe...

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