quinta-feira, 24 de maio de 2012

Laringe a câmara da voz

A laringe é chamada de câmara da voz, pois, é nela que o som é produzido. Esse orgão fibromuscular é formado por músculos, cartilagens etc. A laringe deve permanecer totalmente relaxada durante a produção do som. Qualquer contração na musculatura desse orgão altera o timbre do som. A sensação de conforto na laringe durante a produção do som, deve ser a primeira preucupação do cantor. Pois, qualquer contração na musculatura desse orgão, produz um som totalmente esganiçado ou espremido, dificultando para o cantor a continuação da produção de um som redondo e aveludado. A perda de beleza sonora ao longo de um show geralmente está associada à contração desse orgão, tão importante para a amplificação do som. A laringe quando não é contraída durante a produção do som, exerce a função somente de vibrador, produzindo um som saudável e bonito. Mas, quando contraída exerce a função de vibrador e de produtor de energia. Esta que deve ser produzida somente pelo diafragma, que é responsável pela velocidade do fluxo de ar. Embora não seja o principal amplificador sonoro do corpo, a laringe não pode ser ignorada pelo cantor. Sua musculatura deve permanecer imóvel durante a produção sonora. Somente as cordais vocais devem ser tensionadas durante a produção do som. A laringe deve ficar responsável apenas pela aplificação e vibração do som.

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Nasci em Parintins no Amazonas. Vivi no meio da mata onde enfrentei todos os perigos que pessoas  da cidade nem imaginam que existe. Aprendi tarrafiar. Pescar piranha preta e vermelha. Vi meu cachorro ser despedaçado em três pedaços por um tamanduá bandeira de três metros de altura. Cacei veado vermelho e roxo. Tirei jacaré açú da malhadeira. Arranquei tatu do buraco. Arranquei mandioca grande da terra sem quebrar. Cacei cutia. Paca. Comi macaco prego. Onça. Quati. Porco espinho. Fiquei encurralada por um bando de queixada. Comi papagaio em tempo de fome. Peguei juruti na arapuca feita de pau. Tomei água de cipó d'água. Apanhei com pedaço de lenha do fogão de barro. Roubei ovo de inambú açú. Peguei mauari na malhadeira de mica. Mergulhão. Garça branca e morena. Andei sobre o matupá. Vi anhingal andar no rio. Fugi de caba tatu. Levei ferrada de caba de igreja. Fui mordida por piranha vermelha que levou um pedaço do meu dedo. Consegui fugir e me tornar uma das melhores professoras de canto do país. E outras coisas que só caboclo sabe...

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